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A presidenta Dilma Rousseff esteve em Porto Alegre nesta sexta-feira (14/10) trazendo uma série de boas notícias para os gaúchos. Pela manhã, na Assembleia Legislativa, a presidenta lançou o Pacto Sul - Brasil Sem Miséria. No período da tarde, anunciou a liberação de R$ 1 bilhão de recursos da União, como fundo perdido, para o projeto de implantação do metrô na cidade. Além do recurso anunciado pela presidente, o Estado e a prefeitura da capital gaúcha terão à disposição mais R$ 750 milhões de financiamento para a realização da obra.
Brasil Sem Miséria
O encerramento da cerimônia de lançamento do Pacto Sul – Brasil Sem Miséria foi marcado pelo pronunciamento da presidenta da República, Dilma Rousseff. Após assinar o termo de pactuação do programa com os governadores da Região Sul, a chefe de Estado falou aos convidados e representantes políticos que lotaram, nesta sexta-feira (14/10), o Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa. “O Brasil já fez da luta pela responsabilidade fiscal um momento importante na sua trajetória, mas nunca tivemos uma responsabilidade social explícita. Acredito que este momento marca uma ação conjunta dos governos federal, estadual e municipal, pois só com a união destas três esferas conseguiremos vencer o imenso desafio de eliminar a pobreza extrema”, afirmou Dilma.
Segundo a presidenta, nos últimos anos, 40 milhões de brasileiros ascenderam da linha da pobreza para classe média, contudo, 16 milhões ainda seguem na miséria. “Este pacto representa o compromisso de cada um nós em desenvolver iniciativas para o Brasil ser um país sem pobreza extrema. Nos últimos anos, ficou claro que a nossa força não se encontra em nenhum país lá fora, mas aqui dentro, em nós mesmos e na nossa capacidade de produzir, consumir, trabalhar e criar”, enfatizou Dilma, citando o slogan do governo federal. “País rico é país sem miséria”. “Tirar 16 milhões de brasileiros da pobreza extrema é um imperativo ético e moral, mas também econômico, pois transformaremos brasileiros em cidadãos plenos. Não queremos a tutela dos mais pobres. O estado tem que querer a cidadania”, analisou.
Para ela, o programa Brasil Sem Miséria representa o amadurecimento da Nação. “Acredito que vivemos um momento de crise, mas também de oportunidades. Não podemos ser soberbos, porque nenhum de nós vive em um mundo isolado. Temos que ter a humildade da cooperação com os demais países do mundo. Hoje, o Brasil sabe da sua força, da importância de continuar a crescer e de fazer investimentos para resgatar a população da pobreza”, destacou. Ela ainda reafirmou o compromisso com a população. “Nós nos importamos com os 16 milhões que vivem na miséria e juntos vamos superá-la”, acrescentou Dilma Rousseff.
A partir dos termos e protocolos que serão assinados com os governadores e associações de municípios, a meta do MDS é tirar da miséria 716 mil pessoas da Região Sul. Segundo dados divulgados pelo Ministério, os três estados (RS, SC e PR) têm 61% da população mais pobre concentrada na área urbana. A meta é beneficiar 16,2 milhões de pessoas (4,3% delas no Sul), com transferência de renda, inclusão produtiva e acesso a serviços públicos nas áreas de educação, saúde, assistência social, saneamento e energia elétrica.
Metrô em Porto Alegre
À tarde, no palácio Piratini, a presidenta Dilma Rousseff anunciouo investimento de R$ 1 bilhão do Orçamento da União para a primeira etapa do metrô de Porto Alegre, que terá 14,88 quilômetros de extensão e 13 estações. Segundo a Prefeitura de Porto Alegre, 300 mil passageiros serão beneficiados por dia. No anúncio, a presidenta defendeu a implantação de metrô nas grandes cidades brasileiras. Para isso, afirmou, é necessária a “cooperação republicana” entre governo federal, estados e municípios.
“Se a gente olhar como planejaram o desenvolvimento urbano no Brasil, vamos encontrar algo muito estranho que é o desprezo pelo metrô. Não havia recursos, porque o Brasil vivia a crise da dívida, muito similar a essa que a Europa passa. Para nós, é imprescindível que as grandes cidades brasileiras sejam atendidas por metrô. E assim que tivemos recursos, nós procuramos os projetos.”
Segundo a presidenta, o investimento de R$ 1 bilhão do Orçamento da União será feito para que as tarifas do metrô sejam economicamente viáveis para a população.
“O que nós estamos colocando aqui em Porto Alegre é, sobretudo, olhando a necessidade de um transporte rápido, de qualidade e extremamente justo do ponto de vista da capacidade de pagamento da população. Por isso, R$ 1 bilhão é a fundo perdido”, disse a presidenta, acrescentando que o governo federal também vai financiar R$ 750 milhões a juros subsidiados.
Além do metrô, o governo federal vai financiar a implantação de oito corredores rodoviários que beneficiarão a população das cidades de Esteio, Sapucaia, Gravataí, Alvorada, Cachoeirinha, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Viamão, na região metropolitana de Porto Alegre. O financiamento será de R$ 300 milhões.
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Raul Pont foi líder estudantil na UFRGS, bancário, funcionário público e dirigente sindical. Fundador do PT, foi deputado federal, deputado estadual, vice-prefeito e prefeito de Porto Alegre. Defensor da participação popular, é Deputado Estadual e Presidente do PT/RS.
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O Deputado Estadual Raul Pont concorre a um novo mandato na Assembléia Legislativa pelo Partido dos Trabalhadores. Raul Pont elegeu-se Deputado Estadual nas eleições de 1986, 2002 e 2006. Como Deputado Estadual, Raul Pont faz a defesa da Democracia Participativa e do Orçamento Participativo. Raul Pont é o Deputado Estadual que defende a aplicação dos mínimos constitucionais para a Saúde e a Educação. Raul Pont concorre nesta eleição a Deputado Estadual com o número 13400. Entre seus compromissos para um novo mandato de Deputado Estadual, Raul Pont destaca a defesa da UERGS, um novo modelo de pedágio, mais escolas de Ensino Médio, mais recursos para a saúde para a educação. Junto com Tarso, Raul Pont vai ser o Deputado Estadual que vai construir uma relação de diálogo e respeito com os movimentos sociais.